Caros compatriotas,
por desmandos de governos sucessivos, sobretudo desde o Gonçalvismo ao Socratismo, sem esquecer o Soarismo, o Cavaquismo, o Guterrismo e o Barrosismo, Portugal foi sendo aguilhotinado por uma teia criminosa, quando não foram leviandades e irresponsabilidades gritantes que o conduziram ao abismo.
O nosso Estado, permitindo e alimentando as mais pérfidas vilanias, tornou-se monstruoso!
O nosso Adamastor fomos nós que o criámos !
Basta de desculpas esfarrapadas e de cobardias: os verdadeiros culpados somos nós todos !
Hoje, depois de um ano de governo monitorizado pela Troika - FMI BCE UE -, assinado " in extremis " por um bluff demagogo e falsário chamado José Sócrates e executado à risca e com zelo pelo ingénuo Passos Coelho, Portugal está num impasse!
País de cobardes e de calhordas, de bananas e de sacanas, todos mais ou menos cúmplices, só pode ser o húmus ideal para gerar corruptos com pedigree, uma espécie de hominídeo lusitano.
Os vícios, acumulados ao longo desta perniciosa e pseuda democracia de Abril, estão entranhados nas vísceras e no bestunto deste povo incauto, ingénuo, indolente e invertebrado, que certos filhos da mais reles política, verdadeiros pulhas, andaram a iludir, a enganar, a saquear e a carregar de dívidas impunemente e de tais patranhas e maroscas se vão vangloriando, sempre bem protegidos por amigos e leis feitas sob medida para os livrar da prisão, porque a justiça, essa, trazem-na no bolso envolta em maços de euros.
Estes criminosos todos não passam de figurões pedantes e arrogantes, - que se armam em democratas e se dizem socialistas, liberais, cristãos-sociais, quando não são comunistas ou boçais, mais ou menos desbotados e falsos, filhos ou enteados, quiçà zorros transviados e degenerados - , e que têm um nome e um bilhete de identidade, mas esta democracia de má vida, e os pseudos juízes que juraram defendê-la, não têm a coragem de colocar atrás das grades.
Porquê?
Estes criminosos todos não passam de figurões pedantes e arrogantes, - que se armam em democratas e se dizem socialistas, liberais, cristãos-sociais, quando não são comunistas ou boçais, mais ou menos desbotados e falsos, filhos ou enteados, quiçà zorros transviados e degenerados - , e que têm um nome e um bilhete de identidade, mas esta democracia de má vida, e os pseudos juízes que juraram defendê-la, não têm a coragem de colocar atrás das grades.
Porquê?
Quem tem medo desses corruptos todos, tubarões de colarinho branco ou sucateiros, quando não são pandilhas e parasitas que vivem à custa de rendimentos que nunca mereceram?
Por que esperam as instituições democráticas para fazer cumprir a Lei?
Onde se escondem os Homens Honrados e os generais ou maiorais da Pátria, e, já agora, os pais e as mães da democracia ?
Diz-se que quem não deve não teme, logo se os responsáveis da Pátria e os patriotas são uns cagarolas é porque todos têm o cu entalado, para falar português claro e compreensível.
Totus corruptus, desde os pulhas ao povo: esta é a verdade nua e crua do nosso país.
Miseráveis ! Sendeiros ! Bandidos !
Parasitas !
Miseráveis ! Sendeiros ! Bandidos !
Parasitas !
Durante anos todos quiseram viver à custa uns dos outros, de algo ou de alguém, todos quiseram ostentar a " fidalgia " que nunca tiveram - senhores e doutores, quando não eram engenheiros e presidentes, todos mais ou menos tratantes e traficantes de influências, de chulos da pátria e de um povo que vendeu a dignidade por uns ECUS.
Portugal bateu no fundo do poço, onde os mais pútridos gases vão formando a nossa bomba atómica: a dívida!
Portugal bateu no fundo do poço, onde os mais pútridos gases vão formando a nossa bomba atómica: a dívida!
Agora, para sair deste impasse imoral, em putrefacção acelerada, só restam duas soluções a este Estado falido: ou faz sem demora uma limpeza geral, por dentro e com o consentimento e o apoio de todas as forças vivas da Nação - políticos, povo, organizações sindicais e sociais, ou abandona a nossa soberania e o nosso destino aos caprichos dos credores, que alimentaram o regabofe "xuxalista", acatando as imposições dos seus testas de ferro, a Troika, a quem um socialismo irresponsável entregou o país pela terceira vez em menos de 35 anos.
Quando os políticos não têm juizo, o povo é que paga!
E o nosso, além de néscio, é mole e masoquista: só elege aldrabões de feira que lhe lavam o bestunto com vãs promessas, para melhor lhe tirar o coiro e o cabelo.
Se houver coragem para pegar os " bandidos " que nos levaram à bancarrota pelos testículos, talvez nem tudo esteja perdido.
Portugal tem que julgar os criminosos !
Se o fizer, então ainda poderemos ser senhores do nosso destino, mas em tempo que urge não pode haver coragem que muge!
Quando os políticos não têm juizo, o povo é que paga!
E o nosso, além de néscio, é mole e masoquista: só elege aldrabões de feira que lhe lavam o bestunto com vãs promessas, para melhor lhe tirar o coiro e o cabelo.
Se houver coragem para pegar os " bandidos " que nos levaram à bancarrota pelos testículos, talvez nem tudo esteja perdido.
Portugal tem que julgar os criminosos !
Se o fizer, então ainda poderemos ser senhores do nosso destino, mas em tempo que urge não pode haver coragem que muge!
Além desses pulhas, também os drogados e viciados de Portugal deverão perceber que a desintóxicação será penosa, dura e difícil, mas é a condição sina qua non da nossa sobrevivência colectiva.
Infelizmente, Portugal está com os pés na tumba e ainda há avestruzes que preferem meter a cabeça na areia a encarar os obstáculos.
Marialvas desonrados e falidos, com os credores à porta, persistem em gritar que tudo está bem no reino dos tugas !
Infelizmente, Portugal está com os pés na tumba e ainda há avestruzes que preferem meter a cabeça na areia a encarar os obstáculos.
Marialvas desonrados e falidos, com os credores à porta, persistem em gritar que tudo está bem no reino dos tugas !
Os vírus, transmitidos por hálitos e hábitos contra natura, imorais e obscenos, tornaram-se cancros que gangrenaram e condenaram a Pátria a este vexame que é não mandarmos na nossa própria casa e não sermos senhores do nosso destino.
Depois de andar uma geração a enganar meio mundo, de se fazer passar pelo país dos notáveis e de se tornar o país dos inimputáveis, Portugal já é, de facto, a terra dos miseráveis.
Depois de andar uma geração a enganar meio mundo, de se fazer passar pelo país dos notáveis e de se tornar o país dos inimputáveis, Portugal já é, de facto, a terra dos miseráveis.
O Presidente da República, refém dos bananas e dos sacanas, deve provocar um electro-choque e declarar o Estado de Emergência Nacional e chamar os partidos e as instituições e obrigá-los a REFERENDAR e a executar uma luta sem tréguas - com exército, forças de segurança e policiais, assistido de juízes - contra os CORRUPTOS que devem ser denunciados e levados a Tribunal pelo povo.
Só depois da prisão, julgamento e condenação desta corja maldita, é que um novo país, baseado na democracia da responsabilidade, da exigência e da excelência, com uma moralidade sem falhas, poderá realizar um Portugal que nos orgulhe a todos!
Os chulos e as meretrizes da Democracia têm que ser banidos.
Essa limpeza impiedosa deve ser a nossa guerra " santa ", a nossa jihad contra os " infiéis " corruptos, contra os " coronéis " dos cartéis de influências e da miríade de traficantes que vivem à custa da hidra tentacular e sanguinária que ameaça devorar os seus próprios filhos.
O povo tem que perder o medo e apoiar uma revolução regeneradora dos valores da Pátria e de um verdadeiro Estado de Direitos, de Deveres e de responsabilidades, a menos que os os indígenas se estejam a marimbar para o país e para a honra e se resignem a aceitar a acelerada curva descendente, que a e a maldita Euroína da subsídio-dependência arrastará infalivelmente para pré-história, optando por serem os maiores entre os australopitecos, tais parvus homos abjectus, que a globalidade e as sociedade elegerá como os mais genuínos coitadinhos da Europa e do Mundo!
É isso que vós sois e quereis, herdeiros da Gesta Quinhentista?
Vós, talvez, eu jamais: prefiro exilar-me de vez e ir morrer de desgosto e de saudade, bem longe da minha Querida e mui Amada Pátria, onde a pestilência de tal ignomínia nunca chegue, e à qual regressarei, quando a outra vida me der o poder da imortalidade, para fazer Justiça e arrasar os sepulcros dos sacanas, dos cobardes e dos traidores, rasgando e queimando a porca e pestilenta página que escreveis agora, para que desses fracos não reze a História.
A Dignidade Humana não tem preço e a nossa Pátria também não !
Os chulos e as meretrizes da Democracia têm que ser banidos.
Essa limpeza impiedosa deve ser a nossa guerra " santa ", a nossa jihad contra os " infiéis " corruptos, contra os " coronéis " dos cartéis de influências e da miríade de traficantes que vivem à custa da hidra tentacular e sanguinária que ameaça devorar os seus próprios filhos.
O povo tem que perder o medo e apoiar uma revolução regeneradora dos valores da Pátria e de um verdadeiro Estado de Direitos, de Deveres e de responsabilidades, a menos que os os indígenas se estejam a marimbar para o país e para a honra e se resignem a aceitar a acelerada curva descendente, que a e a maldita Euroína da subsídio-dependência arrastará infalivelmente para pré-história, optando por serem os maiores entre os australopitecos, tais parvus homos abjectus, que a globalidade e as sociedade elegerá como os mais genuínos coitadinhos da Europa e do Mundo!
É isso que vós sois e quereis, herdeiros da Gesta Quinhentista?
Vós, talvez, eu jamais: prefiro exilar-me de vez e ir morrer de desgosto e de saudade, bem longe da minha Querida e mui Amada Pátria, onde a pestilência de tal ignomínia nunca chegue, e à qual regressarei, quando a outra vida me der o poder da imortalidade, para fazer Justiça e arrasar os sepulcros dos sacanas, dos cobardes e dos traidores, rasgando e queimando a porca e pestilenta página que escreveis agora, para que desses fracos não reze a História.
A Dignidade Humana não tem preço e a nossa Pátria também não !
Viva Portugal !
Luís Macedo Martins Pereira - Luxemburgo, 11 de Setembro de 2012.