domingo, 20 de dezembro de 2009

A política " faits-divers " de ilusionistas e pantomineiros !

Desde que " el más grande comandante " Gutazar fez do país o " lupanar " dos boys e travestis cor-de rosa a quem ofereceu jobs sem conta, que Portugal vive de aparências e ilusões criadas pelos artífices da política faits-divers.

Realmente a democracia está entregue a ilusionistas e pantomineiros que se mantêm no poder à custa de promessas, concessões e subsídios para comprar o " voto " dos cancros da sociedade que a tão generosos mecenas vão jurando fidelidade eterna.

E cada eleição que passa é sempre uma caixinha de surpresas.

Desta vez foi o " casamento " entre pessoas do mesmo sexo, como se desse " acasalamento " contra natura resultasse uma procriação e a consequente renovação das gerações. Podiam escolher melhor palavra para institucionalizar e legalizar tal aberração.

Já Aristóteles dizia que não há pior desigualdade que querer tratar de igual modo o que é diferente! Bom, o filósofo grego também disse que " o homem é um animal político ", eu, sem filosofia ou pretensão alguma, digo que o político ( português), por esta e por outras, é um animal.

E é a essas " bestas " que os Portugueses vêm entregando o poder e o seu destino há 35 anos! Quando for tarde de mais, " suicidem-se " em vez de virem com as lamúrias do costume, porque essa é a " desculpa " esfarrapada dos covardes e dos hipócritas.

Haverá ainda no nosso país Homens e Mulheres livres para travar e calar de vez os mentores da decomposição do Estado e os arautos da promiscuidade?

Temo, porém, que o Mal seja grande de mais para quem ainda quer Bem a Portugal!De boas intenções está o Inferno cheio, por isso já sabem o que espera a quem for apenas relicário de queixinhas e de hesitações.
Amém!


LMP - Luxemburgo, 20-12-2009

Um profeta para o país da boçalidade, da promiscuidade e do miserabilismo institucional(izado) !

Como testemunha viva de Abril e dos desmandos da revolução, nem por um segundo tive dúvidas de que a Liberdade, tal como foi " presenteada " ao povo escravo, seria pior que a ditadura mole que era a de Marcelo Caetano. Pior era a de Espanha e até o ditador Franco preferiu entregar o país ao " rei " que a um dos seus generais.

Não fosse a guerra no ultramar e uma " aprendizagem " tranquila da Democracia teria sido bem mais benéfica. Só que a " revolução " de abril foi feita por pseudo intelectuais que no fundo não passavam " ditadores " e de boçais incompetentes e incapazes de " ensinar ", pelas palavras e pelos actos, a verdadeira exigência da Democracia e da Liberdade, onde o respeito e a responsabilidade devem ser as pedras basilares.
Disciplina não é ditadura, mas sim exigência da responsabilidade, coisa que Portugal não tem há 35 anos e por isso está a pagar caro o " laxismo " e o " facilitismo " com que os " capitães " lhe embrulhou a Democracia dos Cravo(a)s.

Hoje sabemos que esses maus " usos e costumes " - feitos de futilidade, chico-espertismo e irresponsabilidade - dificilmente serão endireitados sem uma revolução muito maior, porque vai mexer com a mente dos " desmiolados " doutorados pela Abrilada da boçalidade e da promiscuidade e mentores do miserabilismo institucional(izado).

Mas é possível, urgente, imperiosa e condição " sina qua non " da salvação do país das descobertas e do pioneiro da globalidade. Diz-se que ninguém é profeta na sua terra, mas Portugal deve encontrar um e bem depressa ou, então, entregar-se a Espanha ou à sacrossanta e providencial Europa.
Caramba, o que é isso para quem afrontou Adamastores e conseguiu ser dono de meio mundo?!

Eu sei que a mudança pode e deve fazer-se porque há 35 anos que assisto à metamorfose de milhares de portugueses boçais e armados em chicos-espertos em Homens responsáveis e disciplinados, aqui no Luxemburgo, país sobre o qual Portugal deveria inspirar-se para, uma vez por todas, se assumir como " nação " vertical, deixando de rastejar e de mendigar favores, como um miserável latado e sem vergonha que anda pela Europa e pelo mundo a meter nojo!


LMP - Luxemburgo, 20-12-2009

ARTIGO DE OPINIAO RETIRADO DO EXPRESSO
Somos ingovernáveis?
De onde vem esta obsessão pela maioria absoluta como única forma de governar?

Henrique Raposo - 11:40 Domingo, 20 de Dez de 2009

O caos está instalado. Num quadro de governo minoritário, a elite política portuguesa prova mais uma vez que não sabe fazer política na base da negociação. A política, em Portugal, sempre feita através da imposição de uma vontade. E daí nasce essa aberração da cultura política portuguesa: a maioria absoluta, dizem, a única forma de governar. Que bela cultura democrática.

Mas de onde vem esta aberração? A resposta está nos últimos 200 anos da nossa história. Em Uma História da Violência em Portugal de 1834-1851 (Tribuna da História), Fátima Bonifácio recorda uma coisa: depois da guerra civil oficial entre miguelistas e liberais, Portugal conheceu uma guerra civil oficiosa (1834 e 1851) entre a esquerda (os setembristas) e a direita (os cartistas) do liberalismo português. Neste período, as mudanças de poder nunca ocorreram de forma normal, dentro das regras institucionais. Essas mudanças assentaram sempre na violência política. Ninguém estava interessado em desenvolver hábitos de negociação dentro de um quadro institucional partilhado por todos.

Após 1851, Portugal conheceu um período de relativa estabilidade, que durou até 1890. Mas foi só isso. Entre 1890 e 1910, a instabilidade regressou em força com a Monarquia Constitucional. E, depois, tivemos um longo Inverno político, composto pela I República e pelo Estado Novo, dois regimes que assentaram no desrespeito pelas regras institucionais de uma sociedade livre. Portanto, até 1974, Portugal teve apenas 30 anos de alguma normalidade dentro de um quadro institucional respeitado por todos. Tirando esses 30 anos, a nossa política passou sempre pela imposição da vontade do mais forte. E, como natural, 30 anos de democracia não chegam para tirar esse veneno maioritário do nosso ADN político.


NB: cada vez me convenço mais que só a ditadura tem resposta para os boçais que não sabem governar sem maioria absoluta e na mais cúmplice e conivente impunidade do PODER JUDICIAL - o verdadeiro lambebotas do PODER POLÍTICO !!!
LMP - Luxemburgo, 20-12-2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Regresso profundo às raízes e aos valores que dignificam a Pessoa Humana !


Portugal está do avesso e de costas viradas para o humanismo que o fez ter a alma gigante no mundo desumano. (Des)governado e enganado por travestis, que lhe prometem mundos e fundos perdidos todos os dias, o nosso país é um barco à deriva na tempestade, porque os seus " timoneiros " são realmente cada vez mais virtuais: os iates pessoais deles navegam por outros mares de bonança...

E se Portugal chegou a este ponto de não retorno, não é só por culpa dos larápios que o vêm saqueando ultimamemte: a oposição é cúmplice por negligência, inoperância e demasiada tolerância para quem vive à custa da democracia míope que se tornou a nossa.

O PSD, como maior partido da oposição é, pois, culpado por ser incapaz de se opôr aos bandidos e por sacrificar os reais interesses do país a lutas mesquinhas e intestinas promovidas por " pseudo PPDês ", muitos deles convertidos pelo deus Cavaco.
Hoje, urge regressar à génese e às raízes do PPD e clarificar realmente o conteúdo programático, estirpando-o de ideais " nefastos " e devassos, sob pena de tais vírus promíscuos se tornarem a gangrena fatal do partido que não teve medo do papão do punho cerrado, da foice e do martelo, quando tal aberração dominava o mundo.

Por isso, e para separar o trigo do joio, ou a farinha pura do farelo, mais vale que o PSD faça hara-kiri ou transmigre para o heróico Partido Popular Democrático, assumindo e defendendo claramente os valores que dignificam a pessoa humana e onde não há lugar para a cobardia, a traição e o chico-espertismo dos parasitas e sanguessugas que vivem à custa de Portugal, muito por culpa de " políticos " promíscuos e devassos, como os que temos empoleirados ou encapuzados nos lugares de decisão da máquina estatal.

Chegou a hora de agir e salvar o que ainda é possível, antes que a gangrena mate de vez o resignado povo lusitano.


LMP - Luxemburgo, 18-12-2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O lixo de Portugal !

Sempre que atravesso a fronteira de Portugal por terra, sinto uma enorme tristeza e o coração apertado por ver a que ponto chegou o meu país: Portugal está um lixo!
Há décadas, e porventura séculos, que a lusitânia é uma lixeira, porque depois do Império, foi fartar vilanagem!

Recentemente, descobriu-se que, afinal, o lixo também tem tentáculos ocultos e parece que ninguém sai incólume desta descoberta! Muitos dos vírus que proliferam e vivem à custa do lixo, vieram armar-se em virgens imaculadas, sobretudo depois que um procurador e um juiz supremo roeram a corda da justiça e disseram, mais uma vez, amém ao " engenhocas prodígio " , cúmplice, porque mentor não será, desta e de outras maroscas! Este " boy " sagrado é o protótipo do " ditador " efeminado que tem medo de se assumir como tal: queixinhas e birrinhas, demagogias e promessas vãs e falaciosas é o cardápio que ele vai servindo como osso descarnado ao povinho coitado que, outro não tendo, o vai aturando resignado e vergado ao seu triste fado de povo invertebrado.

Antes dele, outro engenheiro, mais íntegro e verdadeiro, talvez aconselhado no confessionário pelo seu guia espiritual, preferira denunciar os " travestis " da sua confiança e saltar do barco a tempo, largando o país no pântano.
Como sabia nadar, o grande timoneiro, rápido se agarrou a " tacho " mais nobre e, sobretudo, mais condizente com a sua formação, para os lados da ONU.

Se " El más grande comandante " da confraria da rosa teve a coragem de deixar o país e o partido no pântano é porque outro valor mais alto se impôs no seu espírito atribulado, quiçá dilacerado. Pela renúncia ao Poder e a coragem que teve em denunciar os correlegionários e reconhecer os desmandos , lhe perdoo pelos " jobs " que deu aos " boys " que o atraiçoaram vergonhosamente pelas costas.

Afinal, agora sabe-se que o lixo de Portugal tem sido uma mina de ouro para os " calhordas ", os chicos-espertos e os políticos sem escrúpulos que a democracia vai encobrindo sob o manto da imunidade Parlamentar.

Provalmente, agora já não há método que consiga reciclar todo o lixo de Portugal, porque esses vírus da concupiscência animal se enraizaram na alma desses parasitas e vampiros da dignidade de um povo desonrado e violado na sua ingenuidade.

Assim, só lhe resta o suicídio, mas como corajoso bastante não é, o povo prefere votar em quem lhe vai anestesiando o corpo com vãs promessas, para melhor lhe eutanaziar alma.

Revolta-te e liberta-te, enquanto vives, povo desalmado! Se não o fizeres, lixado sejas " ad eternam ", porque a Terra não precisa de lixo assim.


LMP - Luxemburgo, 15-12-2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

Pedro Teixeira - o Conquistador Injustiçado !



Ana Lúcia Araújo - Pedro Teixeira, um navegador português de quem poucos sabem em Portugal | analuciaaraujo.bloguepessoal.comBrasil homenageia português «conquistador da Amazónia»
O Senado brasileiro homenageia hoje em sessão especial o militar e navegador português Pedro Teixeira, um dos principais vultos da História de Portugal e Brasil e, ao longo de quatro séculos, um herói desconhecido.

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=156446

Hoje, quero prestar homenagem a Pedro Teixeira e a todos os esquecidos ou injustiçados da Pátria portuguesa. Recordo que foi Aloísio Mercadante, um dos mais influentes políticos Brasileiros, Ministro e Senador da República Federativa do Brasil que está no resgaste da memória do épico lusitano, Homem Bom e Conquistador da Amazónia.

Não tenho dúvidas que Pedro Teixeira, natural de Cantanhede, era realmente um Homem de carácter e de princípios e, obviamente, um patrióta. Porquê? Em 1637, ano da sua intrépida expedição pelo Amazonas dentro, ele estendeu o corpo e a alma do Brasil, fazendo-o crescer de 4 milhões e oitocentos mil quilómetros quadrados, ou seja mais de 48 vezes a dimensão da pátria-mãe, mas doando essa terra à Coroa Portuguesa e não à espanhola que nunca lhe perdoou.
Recordo que Portugal só se livraria do domínio castelhano e recuperaria a independência em 1640.
Visionário? Suicidário? Patrióta? Não, Homem de um só querer e de uma só Fé no Amor à Pátria!
http://www.youtube.com/watch?v=Bkk4JmEIbLA

Que eu saiba, 300 anos mais tarde, em 1940, também o Cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, viria a desobedecer e a desafiar a ira de Salazar, concedendo salvo-condutos a milhares de judeus e livrando-os, assim, de uma morte certa. Esse acto de coragem, baniu-o da carreira diplomática, condenando à miséria até ao fim da sua vida.

Oxalá, neste início de século XXI, surja alguém como Pedro Teixeira e Aristides de Sousa Mendes e afronte os " mafiosos e corruptos " que estão a arrastar Portugal para o abismo.


LMP - Luxemburgo
Links: http://www.esquilo.com/expedicao_pedroteixeira.html
http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=9277762&canal=156
http://km-stressnet.blogspot.com/2009/07/os-navegadores-do-sertao-conquista-da.html

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A Dignidade perdida e Irresponsabilidade !

Ser filho de um self-made man, de um herói ou de um génio é, para os fracos, um fardo demasiado pesado de suportar e a vida, pelo mundo fora, tem-nos mostrado casos de " herdeiros " que preferiram " suicidar-se ".

Proporções e paralelismos guardados e ressalvando as poucas excepções, constato que foi o que aconteceu a Portugal, cujos descendentes da Ínclita Geração e dos heroicos Navegadores que escreveram as mais belas páginas da Gesta Quinhentista se viram sufocados ou ficaram deslumbrados com a aura e a fama de tais patriotas.

A perda ou independência do Brasil marca o início da decadência nacional e nem o regicídio de 1908 e a imposição da República inverteram a marcha lenta para o abismo da pátria portuguesa. É que, ao conceder a independência às terras de Vera Cruz, o regime ficou sem autoridade nem legitimidade moral para manter escravas as restantes e as lutas e guerras que se seguiram seriam vãs e ilusórias. O Império ficou perdido para sempre.

Mais que a ruína é a perda de dignidade que acelerou a degeneração coletiva deste povo, muito por culpa dos anões morais e meios homens que o têm conduzido por maus caminhos.
Se o Estado Novo ainda o segurou por umas décadas, foi o advento da democracia e a cultura da irresponsabilidade personificada na pseudo Liberdade quem abriu as portas aos piores vírus da concupiscência humana.

Portugal e o mundo estão (des)governados pelas " corjas mafiosas " que se escondem sob o manto da legalidade democrática, aproveitando-se da passividade, da permissividade e da cumplicidade dos pilares dos Poderes Estabelecidos.

A democracia dos partidos é um logro e um embuste, porque o poder económico se sobrepõe aos demais e impõe das regras do jogo sujo e das intrigas palacianas, corrompendo e manietando quem ousa lhe fazer frente e quem age e vive segundo os verdadeiros valores da existência.

Perdida a Dignidade e traído o desígnio nacional, os portugueses usam e abusam da Liberdade para ostentar a arrogância e a petulância com a irresponsabilidade que a lei e os maus costumes lhe concede.

Até quando?


LMP - Luxemburgo, 9-12-2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

Assinem a Certidão de Óbito de Portugal ! Ou sejam Homens, cambada de putos !!!


O Portugal triste e sombrio que temos hoje vem de longe! São ainda resquícios da ditadura que gangrenam o país !

A democracia idealista da Revolução dos Cravos não passou de uma treta para enganar os portugueses e o mundo. Fazer sonhar alguém com as alturas e abandoná-lo no fundo do poço é cobardia! E foi isso que Abril fez à pátria!

A Liberdade que temos não foi merecida, nem é exercida, e, assim irresponsável, não passa de libertinagem com tiques ditactoriais e, esses, cada um tem os seus e os usa a seu belo prazer. Todo o mundo faz o que lhe dá na gana e pronto. Não há responsabilidade, nem moralidade, nem justiça.

O mau exemplo vem de cima e muito antes dos tempos " sulfurosos " do Prec, porque Portugal nunca se libertou da ditadura: apenas lhe mudou o nome e a cor! Aqui nunca chegou a Perestroika, mas não me admira, porque Portugal ainda tem lugares onde não passou Cristo.

Há anos, meia centena de " boçais " , capangas de uns " ditadores encapuzados " que eram os manda-chuvas dos quartéis e podiam pôr as manápulas sobre uns canhões e umas espingardas, destruiram e mataram impunemente porque estava na moda ser revolucionório; entretanto, uns " doutores " , sabe-se lá de quê, mas finórios e latados quanto baste, armando-se em políticos foram-se alapando nos cadeirões do poder e foi fartar vilanagem até mais não querer: tráfico de armas - recordo Camarate - influências e de indecências, - refiro-me à Casa Pia - , e desvios de fundos da CEE -Comunidade Económica Europeia - só na Expo 1998 foram deviados milhões aos sacos - e em 35 anos de democracia nenhum bandido foi condenado: perdão, o Dr Vale e Azevedo, porque era advogado e se armava em chico-esperto! Sem contar os Bancos fantasmas para lavagem de dinheiro sujo, que os nossos governantes se apresssaram - sabe-se lá porquê - a salvar da falência, arriscando assim a bancarrota do país; sem esquecer os mil e um sucateiros e empreiteiros que passam a vida a " minar " Portugal.

Pergunto-me: para que serviram, durante estes anos todos, estes juízes todos e os milhões gastos em reformas de códigos penais e de prisões e de tribunais? Mais valia ter comprado um deserto em África ou uma ilha no Antártico e criado Gulags, deixando os bandidos à merce do destino ou do julgamento divino.

Está provado que o que os militares do MFA quiseram, com o 25 de Abril de 1974, e em primeiro lugar, foi livrar-se dos " turras " a tempo, antes de lá deixarem o couro ! Armaram-se em heróis, mas eram quase todos homens sem coragem nem visão.

Tiveram engenho e alguma arte, mas para enganar o povo e melhor vender a banha democrática,criando a terceira dimensão, porém os 3Dês ficaram-se todos pela virtualidade.

1: A Descolonização foi a vergonha que se sabe e viu, com milhões de retornados tratados como animais e abandonados cobardemente à sua sorte ( e às catanadas dos indígenas tresloucados ).

2: Quanto ao Desenvolvimento é atraso de vida que todos sofrem e têm à frente dos olhos, com uma cultura empresarial baseada no chico-espertismo e no salve-se quem puder.

3. Bem, a Democracia é a paródia e o circo com que políticos da treta, armados em palhaços, vão levando a água ao moínho deles para melhor corromper e enganar o zé-povinho, mais afoito a pedir esmola que a ter vergonha na cara e a portar-se com espinha dorsal que nos destingue dos outros animais.

A virtualidade lusitana começou com a Liberdade e a ilusão da felicidade fácil e gratuita, às custas da teta europeia. É que, depois de perder o Império e os bananais africanos, onde escondiam minas de diamantes, os portugueses tinham que arranjar maneira de viver à custa de alguém. Cambada de ignorantes, que nem o petróleo souberam explorar.

A República promíscua e podre que temos está condenada! Somos um povo " escravo e cobarde " que se apraz em andar sem rei nem roque, para não ter que meter a mão na consciência e agir como gente, vergando a mola e fazendo dignamente pela vida!

Uma cambada de Almeidas e Prostitutos é a montra que Portugal tem para mostrar ao mundo!

Se nada for feito e os jovens não se revoltarem e emanciparem, para começar a meter mãos à obra e a limpar à esquerda e à direita, mais vale assinar já a certidão de óbito de Portugal e entregar o Condado Portucalense e os Algarves aos espanhóis, pedindo-lhes perdão pelas guerras que os nossos egrégios avós com eles travaram para serem livres e poderem sonhar com os mundos que ao Mundo mostraram.

Portugal é um país sem desígnio, mas ainda há uma réstia de Esperança: precisamos que o D. Sebastião - jovem, idealista, inocente, audaz e, porventura suicidário por amor à pátria, - volte e reincarne num político puro e corajoso para livrar a lusitânia dessa corja infame que a vai saqueando impunemente e arrastando para o abismo !

Por clemência, não sepultem os traidores e ladrões da nação na terra que foi regada pelo sangue dos heróis da Pátria, porque é crime sacrílego e ultraje à memória de quem a vida doou com coragem para que Portugal fosse livre, independente e senhor do seu destino e tivesse um desígnio universal!

Maldito e ad eternam condenado seja quem tal ignomínia ousar cometer! Deus até pode perdoar, mas as consciências vivas deste país jamais!

LMP - Luxemburgo, 06 de Dezembro 2009