Como já escrevi há mais de 30 anos, Portugal nunca foi capaz de se libertar dos " bufos e dos chulos " que haviam servido Salazar e a ditadura, mas, pior que esses foram os parasitas e sanguessugas " perfilhados ", adotados e " paridos " pela democracia, desde 25 de Abril de 1974.
Primeiro foi a democracia " proletária " da foice e do martelo, que meia dúzia de gatos pingados conseguiram, graças às conivências e complacências dos mentores do PREC, COPCON e dos larápios da propriedade privada que, para compensar a descolonização cobarde se apropriaram de milhares de hectares de terrenos de cultivo, a pretexto de uma reforma agrária igualitária, a única forma de contentar os " operários " que se armavam em revolucionários e erguiam o punho ameaçador, quando o PC e os partidos esquerditas precisavam de capangas para intimidar os " reaccionários ".
Depois tivemos uma década de " mama " comunitária com a adesão à, então, CEE e os governos do PSD liderados por Cavaco Silva, em que alguns " laranjinhas " puderam entrar para a função pública, saneando e vingando-se dos " conumas " e dos otários que o compadrio reinante havia premiado.
Finalmente, e depois da travessia do deserto, surgiram os " boys " cor-de-rosa a reclamar " jobs " ao engenheiro Guterres e, aí sim, foi o descalabro total, como o próprio reconheceu ao fugir como um rato no meio de um pâtano de promiscuidade e opacidade.
Se alguém pensou que os " meninos e as meninas " do partido da rosa estavam fartos, enganou-se porque, com o golpe de estado constitucional do Presente Sampaio e a consequente eleição de um " boy " genuíno e com pedegree " apparatchick ", foi fartar vilanagem, como provam as escutas " casuais " deste caudilho " sui géneris " engendrado pelo socialismo da chupeta e da esmola, com que o " general " foi matando a fome aos inúteis e aos " boys " que, por falta de bestunto e de " canudo " nunca conseguiram arranjar assento à mesa dos " eleitos " da grande confraria PS.
É esta promiscuidade e a consequente opacidade que há mais de 35 anos vem " gangrenando " o Estado e saqueando impunemente a república portuguesa, mal do nosso futuro.
Agora, face a está ameaça fatal, ou exercemos corajosamente a nossa responsabilidade e erradicamos de vez este problema cultural e social ou nos acovardamos e nos tornamos cúmplices da morte lenta da pátria-mãe, que nunca foi merecedora de filhos tão degenerados.
Hoje, sob pena de não conhecermos os arcos-íris de amanhã, é nosso dever lutar para erradicar a gangrena de Portugal.
LMP - Luxemburgo, 31-03-2010
Por acaso, descobri alguém que partilha muitas das minhas opiniões.
«Corrupção política é o problema mais grave do país» –
João Cravinho Por Redacção
João Cravinho lamenta que o não tenha uma estratégia formal para combater o fenómeno da corrupção política, que o antigo ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território diz ser «o problema mais grave que o país enfrenta».
«A corrupção política é o problema mais grave que o país enfrenta, o principal problema do país ao nível da corrupção», afirmou, segundo a TSF, esta terça-feira, na comissão parlamentar para o acompanhamento do fenómeno.
«A corrupção política está à solta», sublinhou. João Cravinho reconheceu não encontrar ninguém que defenda esta ideia publicamente, além de si. Ainda assim, elogiou o trabalho do presidente do Tribunal de Contas, Guilherme de Oliveira Martins, ao nível da corrupção administrativa.
A Assembleia da República «tem de formalizar procedimentos que obriguem» à prestação de contas com regularidade, na opinião do socialista, que em 2006, como deputado, apresentou um pacote contra a corrupção rejeitado pela própria bancada.
Agora eu pergunto:
Por que razão nunca aceitou o PS as propostas deste eminente socialista?
Resposta:
Porque o poder clientelista e corporativista do PS está alicerçado na corrupção, nos tachos chorudos dos " golden-boys " e das " esmolas " dos miseráveis que votam PS para não morrerem à fome ou utilizam o RMI para comprar droga, sem contar os " milhões " desviados com a derrapagem sistemática das contas das grandes obras públicas que hipotecaram o futuro de Portugal e estão a asfixiar o sonho e a Esperança das gerações vindouras... etc, etc
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Passos Coellho: os verdadeiros amigos recusam tachos !!!
Caro Passos Coelho, nesta hora de triunfo, vai precisar de muita determinação para não cair na tentação de " distribuir " " jobs aos laranjinhas ".
Os verdadeiros amigos saberão recusar tais " benesses ", e manter-se bem longe, porque só assim ficará com legitimidade para limpar a " escumalha " e os " cancros " parasitas que vegetam à custa da vaca leiteira que se tornou o estado.
É preferível ter um " opositor " competente que um " lambebotas ".
Sá Carneiro fez o mesmo: para ele, só a competência e a verticalidade contavam.
Antes de sanear os " inimigos " torna-se prioritário disciplinar e estabelecer metas aos seus colaboradores mais próximos e deixar claro que qualquer traição ou abuso de poder será sancionada imediatamente.
Nunca mais ninguém poderá brincar em serviço e, muito menos, fazer algo que o posso incriminar, mas, se tal acontecer, exijam-se responsabilidades e accionem-se as sanções penais ou políticas que a lei permite, para que ninguém se " permita " agir como um fora da lei ou julgar-se acima dela.
Uma nova ação prossopõe uma nova mentalidade, mais exigente e mais responsável.
É com um " comportamente irrepreensível " e um " exemplo " incorruptível que deve assentar a toda a sua estratégia governativa.
Portugal vive nas trevas e está sujo, física e moralmente, e, assim, nessa terra contamidada, nessa podridão, não há semente que germine, cresça e dê frutos sadios.
Sei que é diferente e vai mostrar aos seus mais acérrimos detratores e aos mentecaptos parasitas que, só assim, Portugal deixará de ser um país adiado e uma república de bananas e sanguessugas.
Estabeleça-se o primado do mérito, do respeito, do trabalho, da excelência e da responsabilidade para que Portugal recupere o lugar que já foi dele no pódio das nações que um dia foram " motor e luz " do mundo.
Boa sorte, Pedro Passos Coelho!
LMP - Luxemburgo, 30-03-2010
Os verdadeiros amigos saberão recusar tais " benesses ", e manter-se bem longe, porque só assim ficará com legitimidade para limpar a " escumalha " e os " cancros " parasitas que vegetam à custa da vaca leiteira que se tornou o estado.
É preferível ter um " opositor " competente que um " lambebotas ".
Sá Carneiro fez o mesmo: para ele, só a competência e a verticalidade contavam.
Antes de sanear os " inimigos " torna-se prioritário disciplinar e estabelecer metas aos seus colaboradores mais próximos e deixar claro que qualquer traição ou abuso de poder será sancionada imediatamente.
Nunca mais ninguém poderá brincar em serviço e, muito menos, fazer algo que o posso incriminar, mas, se tal acontecer, exijam-se responsabilidades e accionem-se as sanções penais ou políticas que a lei permite, para que ninguém se " permita " agir como um fora da lei ou julgar-se acima dela.
Uma nova ação prossopõe uma nova mentalidade, mais exigente e mais responsável.
É com um " comportamente irrepreensível " e um " exemplo " incorruptível que deve assentar a toda a sua estratégia governativa.
Portugal vive nas trevas e está sujo, física e moralmente, e, assim, nessa terra contamidada, nessa podridão, não há semente que germine, cresça e dê frutos sadios.
Sei que é diferente e vai mostrar aos seus mais acérrimos detratores e aos mentecaptos parasitas que, só assim, Portugal deixará de ser um país adiado e uma república de bananas e sanguessugas.
Estabeleça-se o primado do mérito, do respeito, do trabalho, da excelência e da responsabilidade para que Portugal recupere o lugar que já foi dele no pódio das nações que um dia foram " motor e luz " do mundo.
Boa sorte, Pedro Passos Coelho!
LMP - Luxemburgo, 30-03-2010
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terça-feira, março 30, 2010
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Amigos recusam tachos
Portugal: reciprocidade de DIREITOS e DEVERES !!!
Dentro de mim guardo a " Esperança " de um dia ver um político cheio de coragem e tenacidade para falar verdade e mudar essa mentalidade tacanha, mesquinha e parasita que não deixa Portugal sair da cepa torta!
Com a " revolução dos cravos " pensei que o nosso país se emancipasse e exercesse a Liberdade com responsabilidade, mas uns meses bastaram para perceber que os " capitães " de Abril eram mais tacanhos, mesquinhos, parasitas e " boçais " que os políticos que quiseram substituir.
Pelo menos com os " fascistas " havia um desígnio nacional, um legado que era imperioso salvaguardar! Com os " democratas ", aprendizes de feiticeiros e aspirantes a " ditadores " proletários, surgiu uma corja de otários e sansessugas que, erguendo o punho cerrado " e repetindo a gargantas despregadas " o povo unido jamais será vencido ", soube manter-se na crista da onda revolucionária até se infiltrar sorrateiramente, quando não foi à força, nos poleiros do poder.
O povo nunca soube como usar a liberdade porque ninguém lhe mostrou, como o exemplo, onde ela começa e onde termina. É por isso que, desde 24 de Abril de 1974, que as " exações e as traições " não páram de proliferar, perante a indiferênça de quem perdeu o norte e não sabe distinguir o bem do mal.
Hoje, mais do que nunca, Portugal precisa de eliminar de vez a mentalidade mesquinha e parasita, para acabar com a corrupção e restabelecer os valores do mérito, da exigência, da responsabilidade, da igualdade e, sobretudo o primado da reciprocidade dos DIREITOS e dos DEVERES.
Nenhum português poderá esquecer ou ter a ilusão que poderá ter rendimento sem trabalho, vivendo assim à custa dos outros; nenhum português deverá ter ajuda da sociedade sem trabalho ou sem fazer algo para merecer tal gesto de solidariedade; também ninguém deverá esquecer, quando entra no mundo do trabalho, que jamais poderá receber uma pensão sem contribuir para ela e a sua reforma será a que ele, efectivamente, terá amealhado e construido ao longo da vida activa; nenhum português poderá sentir-se impune e imune à justiça e ao castigo por danos causados ao bem comum e para começar, nemhuma criança poderá crescer sem saber os limites do bem e do mal e das consequências benéficas ou nefastas dos seus actos na escola, na família e na sociedade.
Disciplinar e moralizar o Estado é, para começar essa revolução mental, a condição sina qua non do nossa salvação e da libertação dos fardos que não nos deixam cumprir o nosso desígnio nacional: sermos um povo próspero e humanista, capaz de lutar pela realização dos nossos sonhos sem destruir os dos outros.
Como já disse, matéria prima até temos - e os portugueses de sucesso provam-no - , mas faltam-nos políticos audazes, moralmente irrepreensíveis e homens corajosos para fazer cimprir a lei e acabar com a " vadiagem gangrenosa " que está a minar as instituições que alimentam a " nomenklatura apparatchik " da pátria portuguesa.
O exemplo e a exigência tem de vir de cima e de quem foi eleito para servir.
Se esses políticos não quiserem ou não forem capazes, referende-se ou revolucione-se Portugal.
LMP - Luxemburgo, 30-03-2010
Com a " revolução dos cravos " pensei que o nosso país se emancipasse e exercesse a Liberdade com responsabilidade, mas uns meses bastaram para perceber que os " capitães " de Abril eram mais tacanhos, mesquinhos, parasitas e " boçais " que os políticos que quiseram substituir.
Pelo menos com os " fascistas " havia um desígnio nacional, um legado que era imperioso salvaguardar! Com os " democratas ", aprendizes de feiticeiros e aspirantes a " ditadores " proletários, surgiu uma corja de otários e sansessugas que, erguendo o punho cerrado " e repetindo a gargantas despregadas " o povo unido jamais será vencido ", soube manter-se na crista da onda revolucionária até se infiltrar sorrateiramente, quando não foi à força, nos poleiros do poder.
O povo nunca soube como usar a liberdade porque ninguém lhe mostrou, como o exemplo, onde ela começa e onde termina. É por isso que, desde 24 de Abril de 1974, que as " exações e as traições " não páram de proliferar, perante a indiferênça de quem perdeu o norte e não sabe distinguir o bem do mal.
Hoje, mais do que nunca, Portugal precisa de eliminar de vez a mentalidade mesquinha e parasita, para acabar com a corrupção e restabelecer os valores do mérito, da exigência, da responsabilidade, da igualdade e, sobretudo o primado da reciprocidade dos DIREITOS e dos DEVERES.
Nenhum português poderá esquecer ou ter a ilusão que poderá ter rendimento sem trabalho, vivendo assim à custa dos outros; nenhum português deverá ter ajuda da sociedade sem trabalho ou sem fazer algo para merecer tal gesto de solidariedade; também ninguém deverá esquecer, quando entra no mundo do trabalho, que jamais poderá receber uma pensão sem contribuir para ela e a sua reforma será a que ele, efectivamente, terá amealhado e construido ao longo da vida activa; nenhum português poderá sentir-se impune e imune à justiça e ao castigo por danos causados ao bem comum e para começar, nemhuma criança poderá crescer sem saber os limites do bem e do mal e das consequências benéficas ou nefastas dos seus actos na escola, na família e na sociedade.
Disciplinar e moralizar o Estado é, para começar essa revolução mental, a condição sina qua non do nossa salvação e da libertação dos fardos que não nos deixam cumprir o nosso desígnio nacional: sermos um povo próspero e humanista, capaz de lutar pela realização dos nossos sonhos sem destruir os dos outros.
Como já disse, matéria prima até temos - e os portugueses de sucesso provam-no - , mas faltam-nos políticos audazes, moralmente irrepreensíveis e homens corajosos para fazer cimprir a lei e acabar com a " vadiagem gangrenosa " que está a minar as instituições que alimentam a " nomenklatura apparatchik " da pátria portuguesa.
O exemplo e a exigência tem de vir de cima e de quem foi eleito para servir.
Se esses políticos não quiserem ou não forem capazes, referende-se ou revolucione-se Portugal.
LMP - Luxemburgo, 30-03-2010
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Direitos e Deveres
segunda-feira, 29 de março de 2010
Traidores nunca mais !!!
No dia 26 de Março, o PSD profundo estabeleceu uma nova base para a limpeza do partido. Com mais de 60% dos votos, o novo líder provou que, afinal, os barões e os opinadores da treta, vulgo eminências pardas do partido, não passam de fantasminhas de papel que já não impressionam, convencem ou assustam ninguém, porque são uns falhados, apenas hábeis na arte de destilar ódio e expelir o mau hálito onde chafurdam as suas ideias e as suas presunções elitistas.
Esses papagaios devem mudar de registo, reciclar a sua arrogância, purgar as suas mentes e deixar em paz quem já não lhes liga patavina.
Caiam na real e não sejam ridículus, homens de Deus !
Como o silêncio é de ouro, agora sei porque sóis tão miseráveis !
Chegou a hora de o PSD gerar os seus próprios antibióticos e mostrar a via vermelha ao maoista oportunista que se infiltrou no PSD nos tempos do deus Cavaco e de, colocar a pergunta real ao tribuno omnisciente: Porque não te calas?
A união que todos se propõem cimentar, nunca pode ser sinal de paz podre nem de complacência com as " mentes assassinas ": é uma questão de dignidade e de legítima defesa de um partido livre e responsável.
Estou convicto que a melhor forma de calar esses " invejosos e ressabiados " é acabar com a lei da rolha no próximo congresso, mas com a frontalidade de quem não tem medo desses cobardes pedantes, dizendo-lhes, olhos nos olhos, nomeadamente ao professor e ao filósofo de Pera: " traidores nunca mais !"
LMP - Luxemurgo, 29-03-2010
Esses papagaios devem mudar de registo, reciclar a sua arrogância, purgar as suas mentes e deixar em paz quem já não lhes liga patavina.
Caiam na real e não sejam ridículus, homens de Deus !
Como o silêncio é de ouro, agora sei porque sóis tão miseráveis !
Chegou a hora de o PSD gerar os seus próprios antibióticos e mostrar a via vermelha ao maoista oportunista que se infiltrou no PSD nos tempos do deus Cavaco e de, colocar a pergunta real ao tribuno omnisciente: Porque não te calas?
A união que todos se propõem cimentar, nunca pode ser sinal de paz podre nem de complacência com as " mentes assassinas ": é uma questão de dignidade e de legítima defesa de um partido livre e responsável.
Estou convicto que a melhor forma de calar esses " invejosos e ressabiados " é acabar com a lei da rolha no próximo congresso, mas com a frontalidade de quem não tem medo desses cobardes pedantes, dizendo-lhes, olhos nos olhos, nomeadamente ao professor e ao filósofo de Pera: " traidores nunca mais !"
LMP - Luxemurgo, 29-03-2010
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Traidores nunca mais
domingo, 28 de março de 2010
Os " pedantes " da TV !!!
Antes de mais, aqui lhes deixo a definição de " pedante " - Dicionário da Língua Portuguesa - Porto Editora - 2010, com o novo acordo ortográfico, página 1205: 1 que ou aquele que alardeia de sábio ou censor dos outros; 2 que e ou aquele que é vaidoso no falar e na apresentação; pretensioso; E eu acrescentaria sobranceiro e arrogante...etc!
Na lusitânia, desde que a Liberdade começou a ser quem mais ordena, os jornalistas, como os políticos, não se cansam de se armar numa espécie de casta detentora da verdade e da ciência infusa, sempre com solução para tudo, mesmo se nunca fizeram nada na vida.
Agora, parece que nenhuma TV - rádio não ouço - consegue imaginar uma programação sem ter um " opinador da treta, de preferência com sangue na guelra e de bestunto versátil, para sacudir a mioleira do povo e assim fazerem subir as audiências.
Não sei quanto ganham ou como e se são pagos, mas que as sociedades de comunicação social parecem ricas lá isso parecem e devem ser.
Bom, se pelo menos esses " palradores ou opinadores " fossem justos e analisassem os factos com isenção ou servissem o povo, educando-o, com o exemplo, muito bem, mas assim, com um jornalismo assim " pedante ", bulldog " e arrogante, só não se revolta quem for mesmo pobre de espírito.
Estas fuguras mediáticas, " franco-atiradores " da treta, são uns verdeiros lavadores de encéfalos e justiceiros autistas, que vão preconceituosamente julgando e condenando as entidades deste país.
Com " figurões " deste quilate, muitos deles verdadeiras mentes assassínas, como é que o povo pode apurar o seu discernimento, quando não ressona diante da televisão?
LMP - Luxemburgo, 28-03-2010
Na lusitânia, desde que a Liberdade começou a ser quem mais ordena, os jornalistas, como os políticos, não se cansam de se armar numa espécie de casta detentora da verdade e da ciência infusa, sempre com solução para tudo, mesmo se nunca fizeram nada na vida.
Agora, parece que nenhuma TV - rádio não ouço - consegue imaginar uma programação sem ter um " opinador da treta, de preferência com sangue na guelra e de bestunto versátil, para sacudir a mioleira do povo e assim fazerem subir as audiências.
Não sei quanto ganham ou como e se são pagos, mas que as sociedades de comunicação social parecem ricas lá isso parecem e devem ser.
Bom, se pelo menos esses " palradores ou opinadores " fossem justos e analisassem os factos com isenção ou servissem o povo, educando-o, com o exemplo, muito bem, mas assim, com um jornalismo assim " pedante ", bulldog " e arrogante, só não se revolta quem for mesmo pobre de espírito.
Estas fuguras mediáticas, " franco-atiradores " da treta, são uns verdeiros lavadores de encéfalos e justiceiros autistas, que vão preconceituosamente julgando e condenando as entidades deste país.
Com " figurões " deste quilate, muitos deles verdadeiras mentes assassínas, como é que o povo pode apurar o seu discernimento, quando não ressona diante da televisão?
LMP - Luxemburgo, 28-03-2010
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Pedantes
quinta-feira, 25 de março de 2010
Pedro Passos Coelho para vencer o Adamastor !
Sempre foi minha convicção que o idealista Pedro Passos Coelho seria, quando Deus quisesse, presidente do PPD/PSD, partido que nunca renegou e defendeu sem nada exigir em troca, como nos tempos post-revolucionários, quando tudo o que nao fosse ou parecesse vermelho sangue, era tido por reaccionário.
Durante anos foi aprendendo e crescendo com os erros e os acertos inerentes à própria vida. Pedro Passos Coelho sempre foi um político diferente, porque nunca se arragou ao poder nem se aproveitou dele para viver.
Saiu quando sentiu que era preciso aprender com a experiência da própria existência e do trabalho de cada dia, como outra pessoa qualquer e venceu os desafios que definiu para a sua vida.
Depois voltou para dar o seu melhor ao país, mas o partido não o quis e rejeitou-o como um intruso e pretencioso, preferindo-lhe uma senhora que se deixou manipular por oportunistas revanchistas, que preferiram ser derrotados morrer orgulhosamente sós a partilhar os louros da vitória com alguém que lhes poderia fazer sombra.
Hoje, graças à sua persistência, Pedro Passos Coelho, sabe que o país está a sua espera. Portugal sabe que Pedro Passos Coelho pode vencer o Adamastor ( o défice ), dobrar o cabo das Tormentas e ser Esperança de um futuro melhor!
Só lhe resta cumprir o seu destino: servir Portugal, contra tudo e contra todos.
Coragem, que os deuses te protejam, os ventos ( conjunctura ) te sejam favoráveis e os teus amigos não te atraiçoem, Pedro Passos Coelho !
LMP - Luxemburgo, 25-03-2010
Durante anos foi aprendendo e crescendo com os erros e os acertos inerentes à própria vida. Pedro Passos Coelho sempre foi um político diferente, porque nunca se arragou ao poder nem se aproveitou dele para viver.
Saiu quando sentiu que era preciso aprender com a experiência da própria existência e do trabalho de cada dia, como outra pessoa qualquer e venceu os desafios que definiu para a sua vida.
Depois voltou para dar o seu melhor ao país, mas o partido não o quis e rejeitou-o como um intruso e pretencioso, preferindo-lhe uma senhora que se deixou manipular por oportunistas revanchistas, que preferiram ser derrotados morrer orgulhosamente sós a partilhar os louros da vitória com alguém que lhes poderia fazer sombra.
Hoje, graças à sua persistência, Pedro Passos Coelho, sabe que o país está a sua espera. Portugal sabe que Pedro Passos Coelho pode vencer o Adamastor ( o défice ), dobrar o cabo das Tormentas e ser Esperança de um futuro melhor!
Só lhe resta cumprir o seu destino: servir Portugal, contra tudo e contra todos.
Coragem, que os deuses te protejam, os ventos ( conjunctura ) te sejam favoráveis e os teus amigos não te atraiçoem, Pedro Passos Coelho !
LMP - Luxemburgo, 25-03-2010
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Passos Coelho para vencer o Adamastor
domingo, 21 de março de 2010
Acabe-se com o doutor e o professor !
Essa mania de os portugueses se tratarem por senhor doutor e senhor doutor professor ou engenheiro os eleitos e os servidores públicos é próprio de povos de terceiro mundo, onde a subordinação escraviza a dignidade humana.
Esse mau hábito lusitano é meio caminho andado para o compadrio e o suborno, porque evidencia a fragilidade moral e psíquica de quem se presta a tal submissão.
França ou no Luxemburgo, por exemplo, o PM e Presidente do eurogrupo, talvez a personagem mais credível desta europa, o senhor Juncker, nunca foi tratado por doutor.
Aqui, independentemente do diploma, da profissão, do mérito, do prestígio e da possição social, somos todos tratatos do mesmo modo: " monsieur ou madame ", senhor ou senhora, na rua, nas repartições públicas ou nas mais diversas manifestações sociais.
Vocês nem imaginam como, esta simples medida, pode mudar radicalmente a maneira de SER e de ESTAR, na vida e no mundo, dos portugueses.
Será assim tão difícil olhar as pessoas olhos nos olhos e portar-se simplesmente como gente, sem soberba nem submissão?
Espero que esse seja apenas um dos primeiros passos do senhor que for eleito presidente do PSD.
LMP - Luxemburgo, 21-03-2010
Esse mau hábito lusitano é meio caminho andado para o compadrio e o suborno, porque evidencia a fragilidade moral e psíquica de quem se presta a tal submissão.
França ou no Luxemburgo, por exemplo, o PM e Presidente do eurogrupo, talvez a personagem mais credível desta europa, o senhor Juncker, nunca foi tratado por doutor.
Aqui, independentemente do diploma, da profissão, do mérito, do prestígio e da possição social, somos todos tratatos do mesmo modo: " monsieur ou madame ", senhor ou senhora, na rua, nas repartições públicas ou nas mais diversas manifestações sociais.
Vocês nem imaginam como, esta simples medida, pode mudar radicalmente a maneira de SER e de ESTAR, na vida e no mundo, dos portugueses.
Será assim tão difícil olhar as pessoas olhos nos olhos e portar-se simplesmente como gente, sem soberba nem submissão?
Espero que esse seja apenas um dos primeiros passos do senhor que for eleito presidente do PSD.
LMP - Luxemburgo, 21-03-2010
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