sexta-feira, 30 de abril de 2010

Quo vadis, Portugal?

Quo vadis, Portugal?
Para onde vais, Portugal?

Já não têm conta as vezes que me coloquei esta questão, depois que deixei o nosso país há quase 35 anos!

Pronto, parasitas e vampiros da nação: Portugal já é um cadáver ambulante em putrefação acelerada! Aproveitem os resto, que descarnados estão os ossos e façam a festa enquanto podem, porque certa é a morte infame e miserável que vos espera.

Cambada de otários, que andastes vós a tramar durante estes anos de folia e regabofe nacional? Onde está a vossa honra, prostitutos e almeidas de um regime obsceno e cínico?

Deputados, Juízes e " elite " reinante, porque agistes vós assim, desprezando e ludibriando um povo ingénuo e incauto? Afinal, que fizestes vós do juramento sagrado de " defender a pátria com lealdade" ?

Onde está a vossa dignidade, brutos da portuguesa pátria?
E vós, povo nobre, porque paristes, elegestes e amamentastes esta " raça " maldita que a nação fez cair em desdita?

Ah, Portugal, de meio mundo rei e senhor, amaldiçoado foste no dia em que engendraste o teu próprio Adamastor !

Agora, que a tua tumba, abrindo está sob os teus pés, porque não aproveitas tu as marés e nela afogas os traidores e saqueadores da lusitana pátria?

Levanta-te do lamaçal em que tens chafurdado e sê digno do nome que usas, pelo menos uma vez na vida, para que a morte não te pregue no inferno para a eternidade e Portugal não agonize em arrependimento e saudade !



LMP - Luxemburgo, 30-04-2010

domingo, 25 de abril de 2010

A ILUSÃO DA LIBERDADE ! ( 1999 )

Ditadura & Democracia:

A ILUSÃO DA LIBERDADE!

Antes de 25 de Abril de 1974, Portugal estava orgulhosamente só, apregoavam os iluminados fascistas.

Mas que País era o nosso?
O dos ditadores que abusavam da prepotência para roubar a Liberdade a quem, nada possuindo, só desprezo lhes dava, condenando-os a parecer Alguém à custa da liberdade usurpada ao Zé Ninguém? ; ou o do povo objecto, que, condenado a viver o Inferno nesta vida, acreditava, por convicção ou ilusão, que mais Além, na amargura do seu coração, morava Alguém para quem seriam os Predilectos da paradisíaca Eternidade?

Os primeiros tinham a ilusão da Liberdade que não possuíam, os últimos possuíam a Ilusão da Liberdade que não tinham!

Ah Liberdade! Mas para que serve a Liberdade? Para escravizar a Democracia ou para libertar a Ditadura? Sim?! Não?! Será o contrário? Para escravizar a Ditadura ou libertar a Democracia? Mas sim ou não?! Eh! Em que ficas? Por acaso já algum dia pensaste na Liberdade?

No fim de tudo, estamos condenados a saber que nada somos, nem seremos, se nada fizermos para defender intransigentemente a dignidade humana no mundo que temos, conhecemos e em que vivemos. Só assim somos e seremos dignos da verdadeira Liberdade, a que se conquista, na maior parte das vezes perdendo-a, no presente que não existe, para a ganhar no Futuro que persiste perenemente, porque a verdadeira Liberdade rimará, no fim, com Eternidade, se começar pela fraternidade e pela solidariedade!

Ai humanidade, humanidade! Quem te contaminou que só te vejo cometer barbaridades! ( De que direito? Em nome de quem? Dos homens ou de Deus? Mas qual deus! O primeiro, o Verdadeiro, sem nome nem rosto, mas em quem acreditavas e a quem tudo davas sem nada pedir em retorno? ou o último, o Dinheiro, por quem tudo fazes e a quem tudo sacrificas para no fim tudo perderes? )

Isto para vos dizer que se o povo sempre fez rimar Abril com águas mil para esconjurar a secura do Verão, eu, agora, choraria mágoas mil de Maio a Abril para voltar à ditadura e recuperar a ilusão perdida com a Liberdade: é que nós defendemo-nos melhor da frontalidade dos nossos inimigos leais, do que da perfídia dos que se dizem e fazem nossos amigos, mas que são desleais e nos apunhalam pelas costas!

Bom, até qualquer dia, se Deus quiser e eu não me tiver afogado nestas mágoas!

Hoje choro de tristeza pela alegria de Abril, mas é bom sinal para mim, porque, e parafraseando Descartes, choro, logo vivo!

E Portugal? Em que fica? Em que acredita? Chora? Ri? Chora de alegria pela tristeza que acabou em Abril ou ri de tristeza pela alegria que só começou com a revolução? Pense, se quer viver, mas não fique toda a vida a pensar porque a pensar morre(u) … Medite nesta asneira e faça qualquer coisa para merecer um dia a Liberdade da Eternidade !

Vá! Sorria, porque as Liberdades de Abril também rimam com Felicidades mil, mas nunca à perfeição, disso não tenha a mínima ilusão! Perdão, guarde bem essa ilusão só para si para que ninguém tenha a Liberdade de lha roubar e depois a sua alma, esvaziada do sonho, lhe cause tanto dó que lhe faça, como a mim, desejar a ditadura para ser livre, livre de lutar e de sofrer, mas de saber, na certeza porém, que jamais deixarei(á) a ilusão morrer no coração!

Ditadura ou Democracia, a Ilusão da Liberdade.


Luís Macedo Martins Pereira — Luxemburgo, 25 de Abril de 1999 !

sábado, 17 de abril de 2010

Eu acuso

Eu, Luís ninguém, português da diáspora, injustiçado e espoliado de Abril, mas à pátria-mãe de corpo e alma fiel, acuso:


A República de cúmplice de atentados permanentes ao Estado de Direito e à Nação portuguesa!

Eu acuso a República de despotismo e monopólio do Poder, de traidora dos ideais de fidelidade e defesa da pátria e de adiar o desígnio nacional!

Eu acuso a República de enriquecimento ilícito e de traições tentadas e consumadas pelos seus servidores ao longo de um século!

Eu acuso a República de cumplicidade e de irresponsabilidade pelas práticas de furto, demagogia, sonegação, corrupção, promiscuidade, compadrio, conluio e associação criminosa ao mais alto nível do Estado e dos Governos que se sucederam na gestão do património comum, na gestão do erário público, na proteção do povo e na execução do desígnio nacional!

Eu acuso, os Presidentes cobardes e coniventes com os atentados perpetrados vergonhosamente contra a imagem e os recursos pátrios pelos diversos atores da vida pública por eles nomeados.

Eu acuso os Governos da ditadura e da democracia por terem alienado o património nacional, por terem hipotecado o futuro das gerações vindouras e posto em perigo de vida a pátria portuguesa!

Eu acuso os Deputados que ao longo de cem anos agiram como uma quadrilha de ladrões e legiferaram em defesa de interesses corporativistas e pessoais, num desprezo total pelos cidadãos que os elegeram e lhes conferiram o mandato de zelar belo bem comum!

Eu acuso os Ministros e os Juízes corruptos e cúmplices de crimes contra Estado, de favorecimento e de enriquecimento ilícito pessoal ou de terceiros!

Eu acuso os Eleitos e os funcionários públicos que um dia juraram defender a pátria até à morte e passaram a vida a saqueá-la, a traí-la e a abandoná-la sozinha à sua sorte!

Eu acuso o povo português de ser indigno da pátria e do património que herdou e de se prostituir ao longo deste século, elegendo e pactuando com práticas mafiosas e demitindo-se das suas responsabilidades como cidadãos e pessoas de bem exigentes e responsáveis.

Eu acuso os responsáveis políticos, sindicais, clericais e os atores económicos e sociais do crime de lesa-pátria por ações e omissões ou por negação do Direito ao bom nome da Pátria desprezada e vilipendiada.


Eu acuso... ( incompleto : acusação em curso de formalização ! )

LMP - Luxemburgo, 17-04-2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Aqui jaz Portugal !

Sou emigrante por opção e coragem. Em finais de 1975, depois do Verão mais tórrido da, então, balbuciante democracia portuguesa, em plena confusão revolucionária, e porque não podia mudar o meu país, mais que temer pela própria vida ameaçada pelos camaradas, decidi partir.

Desde pequenino que alimentei o sonho de ser " advogado " para fazer justiça e meter na prisão os larápios que se aproveitaram da ingenuidade do meu pai e, inventando faturas falsas, o levaram à falência.

Em 1974, com o diploma do Curso Complementar dos Liceus, média 16, pensei que não haveria mais percalços e os 5 anos em Coimbra passariam depressa. Aos 12 anos, depois de uma doença, que me pregou 3 meses ao leito e da qual escapei graças a uma jovem médica que se lembrou de me fazer uma análise sanguínea, prometera ao meu pai que não voltaria a " chumbar " e, feito o dificílimo 5º ano dos liceus, nunca mais duvidei de mim.

Político até à raiz da minha alma, impulsivo, impaciente, intransigente e incorruptível, sempre fui muito virulento na defesa dos meus ideais, porque traições ou cobardias para mim eram fraquezas imperdoáveis.
Autoconfiante, sabia que viera ao mundo para vencer e ser alguém!

Naqueles dois anos de sessões de esclarecimento e de comícios, percebi que estava perante um povo invertebrado e cobarde. Criaturas que só sabiam murmurar " Deus nos livre do comunismo," mas que ficavam de braços cruzados à espera que alguém desse a vida por eles.
Uma cambada de parasitas cheios de manias de grandezas, cada um à sua escala e no seu sítio, era o que mais se via.

Dois anos antes, em 1972, assistira à passagem de Marcelo pela Levandeira, vindo de Murça, rumo a Vila Real, num périplo pelo país esquecido e deu-me a sensação que o povo estava com ele.

Tímido e introvertido eu sempre fui, mas sagaz na observação da alma humana e das suas ressonâncias. Isso aprendi-o em nove anos de seminário.

Com a revolução de Abril pensei que tudo fosse diferente, mas no dia 1º de Maio de 1974, apenas oito dias depois do golpe de Estado, percorrendo as ruas de Lisboa, onde me dirigi, do Cais do Sodré até à avenida Almirante Reis, na mega manifestação da Liberdade com cheiro a cravo, olhando aquele mar de gente, percebi que os ideais Abril murchariam rápido, porque soavam falso.

Aos poucos, vi os valores do respeito, da solidariedade e da dignidade serem sacrificados às vãs filosofias e demagogias, que políticos de meia tigela iam espalhando pelos quatro cantos de Portugal.
Os mentores de Abril inocularam ideologias falidas na mente popular e foi aí que Portugal começou a ser contaminado por vícios perversos que, face à democracia manietada, não pararam de proliferar.

Hoje, Portugal é um país desacreditado, desonrado e desmoralizado.

A coragem e o altruísmo, que faziam de nós uma nação valente e orgulhosa, foi-se metamorfoseando em cobardia e egoísmo vil que, - políticos depravados, como alguns dos que temos vindo a eleger ao longo de 35 anos, - conseguiram branquear e vender ao povo ingénuo como uma virtude tão digna como as que os nossos egrégios avós realmente prezaram e defenderam com a própria vida.

Perante tamanha irresponsabilidade colectiva e filhos tão desnaturados, torna-se legítimo perguntar, se ainda vale a pena lutar por Portugal assim ou se não seria mais lógico que em cada aldeia da lusitânia se escreve uma lápide de granito ou de mármore com o epitáfio " aqui jaz Portugal " para que a barbárie do ajuste contas pudesse começar!

E é isso que acontecerá, se Portugal morrer ingloriosamente, iludido, traido e apunhalado pelos " mandões e chefões " tão fraca raça!



LMP - Luxemburgo, 16-04-2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Mário Soares dixit:

3 O Congresso do PSD. Terminou em festa e unidade, no domingo passado. Pedro Passos Coelho tinha sido já eleito, nas directas, como o líder do partido, por esmagadora maioria. Vendo de fora, como simples observador e com a isenção possível, penso que o Congresso marcou uma viragem importante na orientação política do PSD, agora dirigido por Passos Coelho. Nos dois discursos que fez revelou-se não só muito hábil, politicamente, seguro de si e sabendo o que quer e sem pressas...

Com Passos Coelho não vai continuar o clima de permanente crispação que criou Manuela Ferreira Leite. Porque o novo líder, inteligentemente, quer ver como as coisas vão evoluir e arrumar, com tempo, a sua própria casa, que bem necessitada estava disso e ainda está.

Realmente, foi fácil constatar que houve muitas caras conhecidas - dos chamados barões - que não se dignaram participar no Congresso. A meu ver, foi um erro grave que cometeram, estando lá, a convite especial do líder, os derrotados Aguiar-Branco e Paulo Rangel. Na verdade, houve ausências estranhas. Cito, entre outros: Francisco Balsemão, militante n.º 1 e fundador do partido, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes, Marques Mendes, Pacheco Pereira e outros mais. Significa isto o início de uma conspiração? Não creio.

Julgo que não só menosprezaram, como político, Pedro Passos Coelho. Ficaram à espera do que iria acontecer no Congresso. Pois bem, houve entusiasmo, espírito de unidade, dado o cansaço que causou a "guerrilha interna" inútil e interminável de onde saíram. Os dois discursos de Passos Coelho foram sensatos e inteligentes, revelando, perante as suas tropas, uma grande dose de modéstia, equilíbrio e até de generosidade, para com os seus adversários internos da véspera. Por isso o ambiente geral me pareceu ser de satisfação, para alguns inesperada. Mas as grandes provações começam agora. Veremos o que vai passar-se. Contudo, que se abriu um caminho novo e mais inteligente, abriu-se...

O paradigma da Reciprocidade no Estado Social !


Finalmente, e porque o tempo urge e os ladrões são mais que muitos, os portugueses começam a acordar para a dura realidade e a perceber de que o Estado Social se esgota se o princípio dos vasos comunicantes não funcionar plenamente, isto é, se os Direitos e os Deveres estiverem intima, ativa e permanentemente ligados e funcionáveis.

Este paradigma de Reprocidade é a condição " sina qua non " da sobrevivência do próprio Estado, como garante dos Direitos e guardião dos Deveres de todos os cidadãos.

É imoral, injusto e vergonhoso que qualquer pessoa receba o que nunca mereceu e passe a vida a ser um sugadouro do suor de quem contribuiu arduamente para o fundo de solidariedade social, mas é " irracional ", irresponsável e criminoso que tais " parasitas " possam beneficiar da complacência do Estado ou de quem, incumbido de aplicar a lei e zelar pelos interesses e a existência do próprio Estado, que paga, passa a vida a traí-lo.

O futuro e os fundamentos do próprio Estado estão ameaçados de colapso iminente por tais comportamentos e incúrias, porque ninguém sabe ao certo em que estado se encontram as finanças públicas.

Se fossem pessoas de bem e cidadãos honestos, exigentes e responsáveis, os portugueses já teriam " descoberto " uma maneira de acabar com as práticas mafiosas que reinam impunemente nas cúpulas do Estado e chamado à pedra quem deixou a Nação descer tão baixo.

Mas, decididamente, ou Portugal está entregue a " bichos " desprovidos do mais elementar espírito de sobrevivência ou os homens e as mulheres da lusitânia se transformaram em mutantes, perdendo a vergonha e a pouca dignidade que lhes restava.

Aliás, penso que tudo na sociedade portuguesa está formulado ao contrário e, neste caso, era o Dever de construir e não o Direito de destruir que deveria colocar-se em primeiro lugar.

Assim, sem rei nem roque, Portugal tornou-se no país da pouca-vergonha elevada à milionésima potência da imoralidade, da promiscuidade e da leviandade.

Portugal é hoje, pois, um miserável suicidário adiado que sobrevive como um otário à espera de mais um subsídio de subsistência!
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Até quando?


LMP - Luxemburgo, 13-04-2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Passos de Portugal !

Durante muitos anos, mesmo quando a unanimidade parecia sagrada e inquestionável, desmascarei " as ícones " da política lusitana sem a menor hesitação e isso desde o 1ºde Maio de 1974, quando - pela avenida Almirante Reis, em Lisboa - me apercebi da espécie de " bichos " a que Portugal estava entregue, passando pelo PREC e pelos governos que se seguiram até agora.

Aqui, num congresso da Confederação da Comunidade Portuguesa do Luxemburgo - CCPL, de quem fui membro da direção -, ousei declarar - contra os demagogos " iluminadados " que defendiam a implementação e a imposição da língua portuguesa no currículo escolar luxemburguês - que eu preferia mil vezes que um luso descendente não falasse ou se exprimisse mal na língua materna, mas que fosse um homem ou uma mulher de sucesso e feliz, que um dia ter a profunda tristeza e a vergonha de ver o português como a língua dos escravos, dos marginais e da escória da sociedade deste país miniatura, qual " pigmeu " que se tornou um dos gigantes e motores políticos da CECA-CEE-UE, (de)mo(n)strando - como Portugal fizera cinco séculos antes - que a grandeza e a força dos homens e das nações não se mede em centimentos, quilómetros quadrados e, muito menos, em número de ogívas nucleares!

Como com Guterres - a quem previ com dois anos e meio de antecedência a sua fuga do pântano - tal salto de rato de barco, antes do naufrágio - ousei afirmar com a convicção da minha consciência - a única entidade a quem obedeço em todas as circunstâncias - que Pedro Passos Coelho seria líder no PSD contra os (tu)barões, os conspiradores da treta, os revanchistas invejosos, os ressabiados e os falhados. Também escrevi que a sua vitória seria expressiva e inequívoca ( com mais de 55% ), porque ele tinha a aura de quem é portador da Fé e da Esperança de ver chegada a hora dos seus ideais e, sobretudo, se sabe designado pelo destino para cumprir a sua missão, rotulada de messiânica - pelos agnósticos e os incrédulos que nunca acreditaram em nada e, muito menos neles próprios - e de titânica - por aqueles quem nunca se levantaram do chão e sempre preferiram ratejar e arrastar-se pelos lamaçais da malidicência, da mendicidade, da insignificância e da mediocridade...

Dos fracos nunca rezou a história e sempre foi de curta duração a vitória dos cobardes, dos usurpadores e dos boçais que se armam em " democratas e socialistas " e utilizam as luzes da ribalta para ofuscar a podridão que sempre carregaram e para, assim, ludibriando os ingénuos e os incautos ou pobres e miseráveis de espírito, melhor deitar a mão ao erário público e, sobretudo, destruir o código genético da nação portuguesa.

Agora, que foi oficialmente investido pelo seu partido e incumbido de realizar o sonho de um Portugal melhor, mais justo e mais própero, mais solidário e responsável, Pedro Passos Coelho só tem que cumprir o que prometer e fazer aquilo em que acredita com a mesma convicção, a mesma ousadia, a mesma coragem e a mesma determinação com que conquistou a confiança dos militantes do PPD/PSD.

Por mim, só peço a Deus que o proteja dos " vermes e dos vírus " da sociedade portuguesa, e faço votos para que os " astros " e a conjutura económica mundial lhe sejam favoráveis porque há " mudanças " que - neste mundo - nenhum messias consegue executar sem um pouco de sorte, sem a ajuda firme de homens valorosos e leias e a tenacidade de quem tiver que desbravar os " matagais " e cortar as lianas da corrupção tentacular e de secar de vez os lamaçais e os pântanos da promiscuidade que se entranhou " nos anões morais " que nos representam e(des)governam há décadas.

Boa sorte e coragem, Passos de Portugal !


LMP - Luxemburgo, 12-04-2010